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Cole em "Rules for AI" ou na raiz do projeto como DESIGN.md
Peça para a IA gerar telas, e ela já sabe o seu design system!
Se você pede para um agente de IA criar uma interface sem fornecer contexto de design, ele precisa preencher as lacunas sozinho. É aí que aparecem fontes genéricas, cores arbitrárias, espaçamentos inconsistentes e componentes que mudam de uma tela para outra.
O DESIGN.md foi criado para reduzir esse problema. Ele transforma decisões de design em um arquivo estruturado que pode acompanhar o projeto, ser versionado junto com o código e servir como contexto para agentes de IA.
Hoje, o formato possui uma especificação aberta mantida pelo Google Labs. Ela combina design tokens estruturados em YAML com regras e racional de design escritos em Markdown. Assim, o agente recebe tanto valores exatos quanto contexto sobre como aplicá-los.
Neste guia, você vai entender o que é DESIGN.md, como o formato funciona atualmente, o que colocar no arquivo, como conectá-lo a agentes como Claude Code, Cursor, Windsurf e Codex e quando usar DESIGN.md, Rules, AGENTS.md ou MCP.
DESIGN.md é um formato aberto para descrever a identidade visual e as regras de um design system em um arquivo que pode ser lido por pessoas e por agentes de IA.
O formato surgiu no ecossistema do Google Stitch. Em abril de 2026, o Google Labs publicou a especificação aberta para permitir que essas regras de design fossem transportadas entre diferentes ferramentas e fluxos de trabalho.
Na especificação atual, um DESIGN.md possui duas camadas:
Importante: a especificação oficial ainda está em estágio
alpha. O formato já pode ser usado em projetos reais, mas campos e regras podem evoluir antes de uma versão estável.
Isso também significa que DESIGN.md não deve ser tratado como um arquivo mágico que qualquer ferramenta reconhece automaticamente. O arquivo contém o contexto de design, mas cada agente possui sua própria forma de carregar instruções e arquivos adicionais.
Agentes de IA conseguem analisar código, texto, imagens e arquivos de projeto, dependendo das ferramentas disponíveis. O problema é outro: as decisões específicas do seu produto não fazem parte do conhecimento padrão do modelo.
Se o agente não sabe qual é a cor primária, qual escala de espaçamento utilizar, quais componentes já existem ou como um estado de foco deve se comportar, ele precisa inferir essas decisões a partir do contexto disponível.
Em tarefas diferentes, essas inferências podem mudar. O resultado é o chamado design drift: pequenas diferenças se acumulam até a interface deixar de seguir um sistema visual coerente.

Em um fluxo tradicional, decisões podem estar distribuídas entre Figma, bibliotecas de componentes, documentação, arquivos de tokens, CSS e conhecimento das pessoas do time.
Quando um agente entra nesse fluxo sem acesso às mesmas fontes, ele não sabe necessariamente que o botão principal usa determinado token, que cards não possuem sombra ou que o produto adota uma escala de espaçamento específica.
Repetir tudo isso manualmente em cada prompt funciona em projetos pequenos, mas é difícil de manter. O DESIGN.md cria uma referência portátil e versionável para essas decisões.
O DESIGN.md funciona melhor quando faz parte de uma arquitetura de contexto. Em vez de presumir que o agente encontrará o arquivo sozinho, o projeto informa explicitamente onde estão suas regras.
Por exemplo, um CLAUDE.md, AGENTS.md ou uma Rule do Cursor pode instruir o agente a consultar DESIGN.md antes de criar ou alterar uma interface.
Essa separação é útil: o arquivo de instruções diz como o agente deve trabalhar, enquanto o DESIGN.md registra como o produto deve parecer e se comportar visualmente.
A especificação atual do Google Labs organiza o DESIGN.md em dados estruturados e documentação em linguagem natural. Os tokens representam valores normativos; o texto explica o contexto em que esses valores devem ser usados.

O início do arquivo pode armazenar tokens em YAML. Isso permite que agentes e ferramentas identifiquem valores sem depender apenas da interpretação de texto livre.
---
version: "alpha"
name: "Produto Exemplo"
description: "Sistema visual do produto"
colors:
primary: "#0642CE"
surface: "#FFFFFF"
text-primary: "#161616"
danger: "#C1121F"
typography:
heading-lg:
fontFamily: "Sora"
fontSize: "2.5rem"
fontWeight: 700
lineHeight: 1.1
body-md:
fontFamily: "Source Sans 3"
fontSize: "1rem"
fontWeight: 400
lineHeight: 1.6
rounded:
sm: 4px
md: 8px
spacing:
sm: 8px
md: 16px
lg: 24px
components:
button-primary:
backgroundColor: "{colors.primary}"
textColor: "{colors.surface}"
rounded: "{rounded.md}"
padding: 12px
---
Documente famílias tipográficas, tamanhos, pesos, altura de linha e espaçamento entre letras quando essas propriedades fizerem parte do sistema.
Prefira tokens semânticos, como heading-lg e body-md, em vez de apenas listar tamanhos soltos. Isso comunica não apenas o valor, mas sua função.
Não registre apenas códigos de cor. Explique também o papel de cada token: ação principal, superfície, texto, borda, feedback de erro ou outro significado semântico.
Isso reduz situações em que um agente utiliza uma cor correta no contexto errado.
Registre a escala de espaçamento e as principais regras de layout. Podem entrar aqui largura máxima de conteúdo, comportamento de grids, densidade, margens, gaps e princípios de responsividade que afetam a composição.
Border radius, bordas, sombras e níveis de elevação também fazem parte da linguagem visual. Uma interface pode usar os tokens de cor corretos e ainda parecer completamente diferente se o agente improvisar essas propriedades.
Componentes importantes podem receber referências aos tokens usados em background, texto, tipografia, padding, tamanho e arredondamento.
Estados como hover, active ou pressed podem ser documentados como variações relacionadas. Quando foco, disabled, loading ou outros estados forem importantes para o produto, registre também as regras necessárias para que o agente não invente comportamentos.
Restrições explícitas são especialmente úteis. Se a identidade não usa gradientes, sombras fortes, cards excessivamente arredondados ou determinadas combinações de cor, documente isso.
## Do's and Don'ts
### Do
- Usar apenas tokens definidos para cores de interface
- Manter a escala de espaçamento do sistema
- Reutilizar componentes existentes antes de criar novos
### Don't
- Não criar gradientes decorativos
- Não adicionar sombras sem token correspondente
- Não introduzir uma nova fonte sem necessidade
- Não criar valores arbitrários de espaçamento
Nem toda decisão precisa virar um token. Regras de acessibilidade, comportamento responsivo, movimento, iconografia, conteúdo ou princípios específicos do produto podem aparecer como documentação adicional quando forem relevantes.
A especificação permite preservar seções adicionais. O importante é não transformar o arquivo em uma cópia de toda a documentação do projeto.
Para um passo a passo completo, veja como criar e aplicar um DESIGN.md com IA. Se você já possui um site, também pode experimentar o Gerador de DESIGN.md da CamaraUX.
DESIGN.md não precisa competir com Figma, design tokens ou um design system estruturado. Ele funciona como uma nova camada de documentação e interoperabilidade para fluxos assistidos por IA.

Não. O Figma continua sendo um ambiente visual para explorar, construir, avaliar e comunicar interfaces. DESIGN.md transforma parte dessas decisões em contexto textual e estruturado para agentes.
Dependendo da infraestrutura disponível, um agente também pode acessar diretamente arquivos, componentes ou informações do Figma por integrações e ferramentas. Nesse cenário, DESIGN.md deixa de ser a única ponte possível, mas continua útil como referência portátil e versionável dentro do repositório.
Também não. Um design system pode envolver componentes implementados, bibliotecas, tokens, documentação, governança, processos e critérios de qualidade. DESIGN.md representa apenas uma parte desse conhecimento em um formato adequado para agentes.
Quanto mais maduro o design system, mais importante é definir qual fonte possui autoridade sobre cada informação. O DESIGN.md não deve criar uma segunda versão conflitante dos mesmos tokens.
Design tokens continuam sendo uma forma estruturada de representar decisões de design de maneira independente de plataforma. O DESIGN.md pode incluir tokens e, na implementação oficial atual, exportá-los para formatos compatíveis com o Design Tokens Format Module.
Se quiser aprofundar essa camada, veja também o guia sobre design tokens e a arquitetura do formato DTCG.
Esses arquivos podem parecer concorrentes, mas normalmente resolvem problemas diferentes.
| Arquivo ou recurso | Função principal | Exemplo de conteúdo |
|---|---|---|
| DESIGN.md | Contexto e regras do sistema visual | Cores, tipografia, spacing, componentes, restrições visuais |
| AGENTS.md | Orientar como agentes trabalham no repositório | Arquitetura, testes, convenções, comandos e fontes de contexto |
| CLAUDE.md | Instruções persistentes para Claude Code | Regras do projeto, comandos e referências para outros arquivos |
| Cursor Rules | Aplicar instruções persistentes ou condicionais no Cursor | Regras globais, por diretório, arquivo ou tipo de tarefa |
| Windsurf Rules | Controlar instruções do Cascade | Convenções de código, estilo, restrições e contexto do workspace |
Uma organização simples pode usar AGENTS.md, CLAUDE.md ou uma Rule como mapa para outras fontes. O DESIGN.md permanece especializado em design.
AGENTS.md
# Contexto de interface
Antes de criar ou alterar componentes visuais:
1. Leia DESIGN.md
2. Reutilize os tokens documentados
3. Verifique se já existe um componente equivalente
4. Não introduza novos padrões visuais sem necessidade
Essa abordagem também reduz um problema comum em agentes: arquivos de instrução enormes. Em vez de colocar toda a documentação dentro de um único AGENTS.md, ele pode funcionar como um mapa curto para fontes especializadas.
Para aprofundar essa arquitetura, veja como usar DESIGN.md com agentes de IA em UX.
DESIGN.md e Model Context Protocol (MCP) também não são substitutos diretos.
| DESIGN.md | MCP | |
|---|---|---|
| Natureza | Arquivo versionável | Protocolo para conectar agentes a ferramentas e fontes externas |
| Melhor uso | Regras relativamente estáveis do sistema visual | Consultar dados, ferramentas ou sistemas durante a execução |
| Complexidade | Baixa | Maior, exige cliente e servidor ou integração compatível |
| Atualização | Acompanha commits e versões do projeto | Pode consultar a fonte atual em tempo de execução |
| Portabilidade | Alta, é um arquivo de texto | Depende das integrações disponíveis |
Um projeto pequeno pode funcionar muito bem apenas com DESIGN.md e as regras do agente. Já um design system amplo pode usar MCP para consultar componentes, documentação ou outros dados atualizados e manter o DESIGN.md como uma visão concisa das decisões mais importantes.
Em outras palavras: DESIGN.md é contexto documentado; MCP é uma infraestrutura para acessar contexto e executar capacidades. Os dois podem coexistir.
A forma mais segura de usar DESIGN.md é evitar depender de comportamento implícito. Coloque o arquivo sob controle de versão e configure explicitamente o agente para consultá-lo quando trabalhar com interface.
Em projetos de código, a raiz do repositório é um local simples e previsível:
meu-projeto/
├── DESIGN.md
├── AGENTS.md
├── README.md
├── package.json
└── src/
Como o arquivo participa das decisões de implementação, mantê-lo no Git permite revisar alterações, comparar versões e atualizar o contexto junto com o produto.
O projeto oficial do Google Labs disponibiliza uma CLI para verificar a estrutura do arquivo, referências quebradas, ausência de tokens importantes e alguns problemas de contraste entre cores de componentes.
npx @google/design.md lint DESIGN.md
Para comparar duas versões do sistema:
npx @google/design.md diff DESIGN.md DESIGN-v2.md
E para exportar os tokens para o formato do Design Tokens Community Group:
npx @google/design.md export --format dtcg DESIGN.md > tokens.json
A CLI também possui saídas para Tailwind. Como a especificação ainda está em alpha, vale verificar a documentação oficial antes de automatizar processos críticos em produção.
O método depende da ferramenta.
Claude Code usa arquivos CLAUDE.md para instruções persistentes do projeto. Esses arquivos podem importar outros documentos usando a sintaxe @caminho.
Uma configuração simples é referenciar o DESIGN.md a partir do CLAUDE.md:
# Interface e design
Ao criar ou alterar interfaces, siga as regras de @DESIGN.md.
Não invente novos tokens quando já existir um equivalente.
Reutilize componentes existentes antes de criar novos.
O Cursor possui Project Rules dentro de .cursor/rules. Elas podem ser sempre aplicadas, associadas a padrões de arquivo ou disponibilizadas para o agente quando forem relevantes.
---
description: Aplica o design system nas interfaces
globs: "src/**/*.{tsx,jsx,css,scss}"
alwaysApply: false
---
Antes de alterar UI, consulte @DESIGN.md.
Use os tokens e componentes existentes.
Não crie novos padrões visuais sem necessidade.
O Cursor também reconhece AGENTS.md como uma alternativa mais simples para instruções gerais do projeto.
No Windsurf, você pode usar Rules em .windsurf/rules/ ou arquivos AGENTS.md. Um AGENTS.md na raiz fornece orientação para todo o projeto; arquivos em subdiretórios podem aplicar instruções específicas ao trabalhar naquela área.
# Design
Para qualquer tarefa relacionada à interface:
- Consulte DESIGN.md
- Preserve os tokens existentes
- Siga os componentes e restrições documentados
- Verifique acessibilidade antes de concluir
Codex reconhece arquivos AGENTS.md como orientação persistente do repositório. Eles podem informar quais fontes devem ser consultadas antes de uma alteração.
# UI implementation
Before implementing or modifying UI:
- Read DESIGN.md
- Follow existing visual tokens
- Reuse existing components
- Validate the result against the documented design constraints
O Stitch possui suporte direto ao formato porque DESIGN.md nasceu dentro desse ecossistema. O arquivo pode ser usado para transportar regras visuais entre projetos e outras ferramentas compatíveis.
Veja o fluxo com mais detalhes em DESIGN.md com Google Stitch.
“Compatível com DESIGN.md” pode significar coisas diferentes. Algumas ferramentas possuem suporte direto ao formato; outras conseguem usar o arquivo quando ele é referenciado por seu sistema de regras ou instruções.
| Ferramenta | Mecanismo de contexto | Como usar DESIGN.md |
|---|---|---|
| Google Stitch | Suporte ao próprio formato | Importar, exportar ou reutilizar regras do design system |
| Claude Code | CLAUDE.md | Referenciar DESIGN.md usando as instruções do projeto |
| Cursor | .cursor/rules ou AGENTS.md | Adicionar DESIGN.md ao contexto da regra usada em tarefas de UI |
| Windsurf | .windsurf/rules ou AGENTS.md | Orientar o Cascade a consultar DESIGN.md em tarefas relacionadas |
| Codex | AGENTS.md | Usar AGENTS.md para apontar DESIGN.md como fonte de verdade visual |
| Outros agentes | Depende da ferramenta | Anexar, importar ou referenciar o arquivo sempre que o agente aceitar contexto externo |
Por isso, é melhor pensar em DESIGN.md como um formato portátil de contexto de design, e não como uma convenção descoberta automaticamente por qualquer IA.
Um DESIGN.md desatualizado pode ser pior do que não ter arquivo algum, porque o agente passa a seguir regras que já não representam o produto.
Trate alterações relevantes no sistema visual como alterações de código:
Também vale avaliar periodicamente se o arquivo realmente melhora a saída do agente. Não basta verificar se ele existe: compare interfaces geradas com e sem o contexto e observe consistência, acessibilidade, fidelidade aos tokens e necessidade de correções.
Veja um processo específico em como avaliar a qualidade de um DESIGN.md.
Na parte superior desta página, a CamaraUX mantém uma biblioteca de arquivos DESIGN.md que podem ser usados como referência para estudar diferentes linguagens visuais e entender como decisões de interface podem ser documentadas para agentes.
Esses arquivos funcionam melhor como material de estudo e ponto de partida. O objetivo não é copiar a identidade de outra empresa, mas analisar como cores, tipografia, espaçamento, formas e componentes podem ser transformados em regras explícitas.
Quando uma referência for baseada na identidade visual de uma marca, ela não deve ser confundida com documentação oficial daquela empresa, salvo quando isso estiver explicitamente indicado.
Para um produto real, substitua referências genéricas pelos tokens, componentes e restrições do seu próprio sistema.
DESIGN.md é um formato aberto para representar regras de um sistema visual em um arquivo legível por pessoas e agentes de IA. A especificação atual combina design tokens em YAML com documentação e racional em Markdown.
O formato foi criado no ecossistema do Google Stitch e sua especificação aberta é mantida pelo Google Labs. Porém, ela ainda está em estágio alpha. Por isso, é mais preciso tratá-la como uma especificação aberta em evolução, e não como um padrão universal finalizado.
Não. O DESIGN.md contém o contexto de design, mas cada ferramenta possui seu próprio mecanismo de instruções. Claude Code usa CLAUDE.md, Cursor possui Rules, Windsurf aceita Rules e AGENTS.md e Codex utiliza AGENTS.md. O projeto deve indicar ao agente quando consultar DESIGN.md.
DESIGN.md descreve principalmente o sistema visual. AGENTS.md orienta o agente sobre como trabalhar no repositório, incluindo convenções, arquitetura, testes e fontes que devem ser consultadas. Um AGENTS.md pode apontar para DESIGN.md.
Não. Figma, bibliotecas de componentes, design tokens e documentação continuam tendo funções próprias. DESIGN.md funciona como uma camada portátil de contexto para agentes de IA e pode coexistir com todas essas fontes.
O formato não depende de um framework específico. Ele descreve decisões de design. A implementação dessas decisões no framework escolhido fica a cargo do agente ou da equipe de desenvolvimento.
Não existe um tamanho oficial ideal. O arquivo deve conter contexto suficiente para orientar decisões relevantes sem virar uma cópia de toda a documentação do projeto. Quanto mais focado, atual e verificável, mais fácil é manter sua utilidade.
A implementação oficial disponibiliza a CLI @google/design.md. O comando lint verifica a estrutura e alguns problemas de tokens e contraste; diff permite comparar versões; export transforma tokens para formatos como DTCG e Tailwind.
Sempre que uma mudança relevante no sistema visual tornar alguma regra do arquivo incorreta. Alterações em tokens, componentes, tipografia, espaçamento ou restrições importantes são bons gatilhos para revisar o documento.
Como DESIGN.md ainda está evoluindo, prefira documentação primária para decisões técnicas e confirme mudanças importantes antes de automatizar o formato no seu fluxo.
DESIGN.md evoluiu de uma convenção associada ao Google Stitch para uma especificação aberta voltada a representar sistemas visuais em fluxos com agentes de IA.
Seu principal valor não está em substituir Figma, design systems, tokens ou documentação. Está em criar uma camada portátil, versionável e legível por agentes para decisões que antes ficavam espalhadas entre diferentes fontes.
Em projetos simples, um DESIGN.md bem estruturado pode ser suficiente para reduzir inconsistências. Em sistemas maiores, ele pode trabalhar em conjunto com AGENTS.md, CLAUDE.md, Rules, bibliotecas de componentes, design tokens e MCP.
O ponto central é manter uma fonte de verdade clara. Se o agente sabe onde encontrar os tokens corretos, quais componentes reutilizar, quais padrões evitar e quando consultar documentação adicional, você reduz a quantidade de decisões que precisam ser reinventadas a cada geração.
Para começar, explore a biblioteca desta página ou use o Gerador de DESIGN.md. Depois, valide o arquivo e conecte-o explicitamente às instruções do agente que faz parte do seu fluxo.